31 de março de 2009

REMIX MACARENA

O João postou nos meus scrpas do Orkut um remix anagrâmico da palavra 'Macarena'. Achei muito ótimo! Vou colcar aqui:

A MARCA NE?
CARA MANE!
MERA CANA
AMAR NECA
RE NA CAMA
ARMA CENA
NEM A CARA
MAR E CANA
MAC ARENA
MACARENA

30 de março de 2009

Reprocessei a casa toda para achar...

Pulsão Macarena

Gente, olha, é cada coisa que aparece! Essa é do anonimocidadaoordinario:

Camisetas personalizadas de tarja preta

Tudo escuro e silencioso, as condições perfeitas para uma grande fuga. Silêncio, vocês atrás de mim! Não vamos estragar tudo agora, principalmente porque eu quem tive o esforço de arquitetar a coisa toda de forma perfeita. Gabriel, seu rufião dançarino, pare com a maldita Macarena! Se Freud estivesse vivo ele criaria a Pulsão Macarena em sua homenagem, seu merdinha. Em locais comuns, as paredes possuem ouvidos. Em um hospício, as paredes possuem ouvidos, câmeras de segurança e leões de chácara que se fingem de enfermeiros, então tratem de fazer silêncio para que tudo continue escuro e silencioso! Droga, Bernardete, jogar o urinol cheio na parede de vidro não foi uma atitude legal da tua parte. Eu te disse que vinganças e represálias deveriam ficar para depois que escaparmos. Agora, voltemos antes que os enfermeiros gorilões cheguem. Todo mundo, em fila indiana, por favor. Indiana, já falei! É mais fácil coordenar babuínos com diarréia crônica no uso de uma única privada do que loucos em fuga de um hospício...Eu mereço estar aqui. Só os presos são inocentes que não merecem estar na prisão, os loucos sempre merecem estar onde estão. Eles merecem estar para não poderem estar para merecerem sair e estar. Entendeu? Meu psiquiatra também não. Vai ver por isso ainda estou aqui, sem entrar no mérito do merecimento. Ou não. Mas não importa. Tudo começou com um plano perfeito. Uma coisa muito simples: eu ia dominar o mundo. Para isso, eu precisava de uma estratégia. Eu ia enlouquecer as pessoas para depois domina-las. Como? Essa é a parte brilhante: camisetas personalizadas! CA-MI-SE-TAS PER-SO-NA-LI-ZA-DAS! Eu, Rodrigo Rodrigues Rojas, sou um gênio! Bastava entrar em cada e-mail, fotolog, blog e alma de todas as pessoas, oferecendo minhas camisetas personalizadas diariamente até fazê-las, as pessoas, e as camisetas também!, babar e espumar de insanidade. Se elas se interessassem, melhor ainda, vendia qualquer Hering manchada e ainda ganhava unzinho. O Coringa e o dr. Evil que se fodam, sou mais eu!O plano funcionava harmonicamente, um lago dos cisnes maquiavélico e vitorioso. O problema foi quando eu comecei a mandar as ofertas de camisetas para mim mesmo. Nesse exato momento, percebi que talvez eu não fosse muito normal. Especial, como diria mamãe. Fui procurar ajuda profissional, então, e me jogaram nesta joça de paredes brancas. Eu podia falar um palavrão. Vou falar. Não, não vou não. Vou enviar camisetas personalizadas, pois é bem pior. Mas o local não é de todo ruim, vejam bem, conheci pessoas muito interessantes. O Gabriel, já lhes falei do Gabriel? Um figura, ele dança a Macarena compulsiva e cotidianamente, é impressionante. Porém, o mais importante é que o recinto provia minha sede de poder com o maravilhoso néctar da pós-modernidade comunicacional, a internet. Jamais abandonei meu mantra das camisas. Minha atual vítima é um blogueiro desses aí. Ele está prestes a vir fazer parte do séquito particular que formei por aqui, eu pressinto.Consegui alimentar a boca faminta por olhares e insanidades desse estabelecimento com louvor. Minha tática das camisetas revelou-se estrondosamente frutífera no objetivo de me agregar seguidores. Bernardete foi o exemplo melhor sucedido do que seria a pupila perfeita. Provavelmente ela me sucederia no trono da nova ordem Rodrigo-rodrigues-rojiana mundial que se anunciava. Mas seu ato impensado e arremessador de urinóis necessitava de represália. Uma pena. Vou ter que deixá-la sem bananada no jantar de hoje. Mas nada disso importa, tudo está escuro e silencioso novamente. O ontem foi um outro dia que não o hoje. E o hoje é o dia onde tudo ocorrerá sem deslizes. Já estamos quase no fim do corredor de número não importa, e agora é o momento mais complicado, pois precisamos passar pelos enfermeiros vigias do turno da noite. É agora. Isso, Gabriel, distraia-os com a Macarena enquanto rumo à minha liberdade = dominação do mundo = tirania para o resto das pessoas! Sinto a sede de poder sendo saciada gradativamente pela porta última tornando-se cada vez maior em minhas retinas, está tão perto, está tão perto... dor.Muita dor. Geralmente este é o resultado do choque de um cacetete contra uma cabeça. E se a cabeça for a minha, então a situação torna-se realmente dramática. É a quarta vez só essa semana que a fuga fracassa. Pelo visto, Gabriel não tem treinado a Macarena o suficiente, preciso alertá-lo para tal detalhe. Enquanto sou arrastado para meus aposentos, sou informado que, assim como Bernardete, ficarei sem minha bananada no jantar. Droga. Até os gênios precisam de planos melhores de vez em quando. Mas não há motivo para pânico. O cara do blog está para chegar e, então, tudo será diferente. Eu pressinto.

Estou vendo Macarena por todo lugar!


Hoje assisti ao filme "Nome de família", baseado no livro de sucesso de Jhumpa Lahiri e levado às telas pela aclamada diretora indiana Mira Nair (Casamento à Indiana), esta vibrante celebração de amor, lealdade e valores familiares tocará seus sentidos e seu coração. Kal Penn (Madrugada Muito Louca) interpreta Gogol Ganguli, um adolescente que se vê entre o conflito de suas raízes indianas e sua nova vida de pessoa nascida nos EUA, ao mesmo tempo que ele busca sua própria identidade. De Calcutá a Nova York, Gogol e seus pais nascidos na Índia precisam chegar a um ponto de equilíbrio sobre as antigas tradições e as necessidades do dia-a-dia moderno para viabilizar a convivência familiar. Uma lenda inspiradora sobre os laços que unem todos nós.
Detalhe: Gogol casa com uma "bengali", ambos foram criados fora da Índia, os seus valores e conceitos estão "contaminados" pela cultura ocidental. No dia do casamento, na suíte nupcial, eles fazem movimentos com "mudras" e pasmem! dançam a "Macarena", estilizada, é claro! Fiquei na dúvida se a Macarena foi inspirada em alguma dança indiana ou se eles (os personagens) estavam "brincando com a tradição", ou, ainda, será que apenas eu vi Macarena na dança deles? Bem, não sei, resolvi compartilhar com vocês!

Macarena no calabouço

No último sábado, tive uma experiência bem interessante: fiz uma performance com a Cassandra, animando uma festa de casamento. A tarefa era animar a pista ao ritmo de cumbia... traduzindo, eu tinha que propor partituras para pessoas de 8 a 80 anos, em diferentes músicas latinas.
Juntando tudo o que me agrada, pensei em fazer a velocidade 5 do créu ao contrário... comecei com as partituras mais 'difíceis', e terminei com a mais 'fácil' - aquela que eu julgava ser a mais conhecida por todos.
Sim, dentre as coisas que me agradam, obviamente estava a Macarena!
Foi uma experiência muito boa... primeiro, porque foi a primeira vez que eu realizei uma animação no formato que descrevi. Segundo, porque senti da parte dos convidados da festa, uma espécie de calor, algo intangível, mas muito perceptível pra mim... acho que posso dizer que foi mesmo a energia das pessoas o que eu senti. Estávamos compartilhando uma alegria fantástica, dançando, e macarenando. Terceiro, porque eu percebi que o reprocessamento é um processo "sem fim"...
Claro que a velocidade 1, a nossa querida Macarena, foi propositalmente deixada para o final... foi o ápice, o apogeu, o poder e a glória!
Arriba!!!

29 de março de 2009

27 de março de 2009

A teoria do reprocessamento de macarena


Na verdade, a Macarena começou a ser pensada a partir de 1965, quando Jeanni, imortalizou uma das matrizes de movimento que compõe a série...