30 de março de 2009

Estou vendo Macarena por todo lugar!


Hoje assisti ao filme "Nome de família", baseado no livro de sucesso de Jhumpa Lahiri e levado às telas pela aclamada diretora indiana Mira Nair (Casamento à Indiana), esta vibrante celebração de amor, lealdade e valores familiares tocará seus sentidos e seu coração. Kal Penn (Madrugada Muito Louca) interpreta Gogol Ganguli, um adolescente que se vê entre o conflito de suas raízes indianas e sua nova vida de pessoa nascida nos EUA, ao mesmo tempo que ele busca sua própria identidade. De Calcutá a Nova York, Gogol e seus pais nascidos na Índia precisam chegar a um ponto de equilíbrio sobre as antigas tradições e as necessidades do dia-a-dia moderno para viabilizar a convivência familiar. Uma lenda inspiradora sobre os laços que unem todos nós.
Detalhe: Gogol casa com uma "bengali", ambos foram criados fora da Índia, os seus valores e conceitos estão "contaminados" pela cultura ocidental. No dia do casamento, na suíte nupcial, eles fazem movimentos com "mudras" e pasmem! dançam a "Macarena", estilizada, é claro! Fiquei na dúvida se a Macarena foi inspirada em alguma dança indiana ou se eles (os personagens) estavam "brincando com a tradição", ou, ainda, será que apenas eu vi Macarena na dança deles? Bem, não sei, resolvi compartilhar com vocês!

Macarena no calabouço

No último sábado, tive uma experiência bem interessante: fiz uma performance com a Cassandra, animando uma festa de casamento. A tarefa era animar a pista ao ritmo de cumbia... traduzindo, eu tinha que propor partituras para pessoas de 8 a 80 anos, em diferentes músicas latinas.
Juntando tudo o que me agrada, pensei em fazer a velocidade 5 do créu ao contrário... comecei com as partituras mais 'difíceis', e terminei com a mais 'fácil' - aquela que eu julgava ser a mais conhecida por todos.
Sim, dentre as coisas que me agradam, obviamente estava a Macarena!
Foi uma experiência muito boa... primeiro, porque foi a primeira vez que eu realizei uma animação no formato que descrevi. Segundo, porque senti da parte dos convidados da festa, uma espécie de calor, algo intangível, mas muito perceptível pra mim... acho que posso dizer que foi mesmo a energia das pessoas o que eu senti. Estávamos compartilhando uma alegria fantástica, dançando, e macarenando. Terceiro, porque eu percebi que o reprocessamento é um processo "sem fim"...
Claro que a velocidade 1, a nossa querida Macarena, foi propositalmente deixada para o final... foi o ápice, o apogeu, o poder e a glória!
Arriba!!!

29 de março de 2009

27 de março de 2009

A teoria do reprocessamento de macarena


Na verdade, a Macarena começou a ser pensada a partir de 1965, quando Jeanni, imortalizou uma das matrizes de movimento que compõe a série...

Ainda sobre luvas....


Reprocessamento de algo já feito?
Familiar?

Alvarencha e Ranchinho

24 de março de 2009

SE

se
nem
for
terra
se
trans
for
mar
Paulo Leminski

pra pensar em SE TRANS FOR MAR
breve angústia compartilhada: o que em mim se repete e o que se reprocessa...