28 de janeiro de 2009

FORMALISMO

Luíza, conforme comentei, podes dar uma lida sobre questões da forma/formalismo em:

- Rosalind Krauss
- Yve-Alain Bois
- Clement Greenberg (cuidado com ele, hehehe)
- Susanne Langer (ela fala bastante de dança)
- Mônica Dantas (a ‘nossa’ mesmo)


Podes também dar uma olhada nesse texto, http://www.eba.ufmg.br/grupo/textopiti02.htm. A autora faz um brevíssimo e eloqüente resumo das correntes formalistas na arte.

Falando abertamente.. desculpe por não ter lido os textos, desculpem meus colegas de trabalho pois eu não tinha o que compartilhar a cerca do assunto, desculpe Diego por se tratar sim de uma falta de respeito com teu esforço e trabalho, desculpe trabalho por eu não ter procurado entender este teu lado sendo assim preconceituoso contigo, desculpe mim por não ter me organizado neste sentido.
Depois de limpar minhas fraldas cagadas por não ter lido o texto, por ficar fora d'água, por me encantar com a aula da Ale e é óbvio que não sou louco nem besta (li os textos); segui....

adentrando o vídeo ...

deparei-me no youtube com o seguinte vídeo, que vinha anexado com as informações: o hit do carnaval de 2009, você nunca viu nada igual, uma música para toda família.
o vídeo é uma manipulação interessante de palavras, mas o que mais chamou a atenção foi as passagens/rolagens e reaproveitamento das palavras. O texto é um contínuo zap em um looping de axé. E pelo que captei do texto 'O vídeo é o corpo' pergunto: 'Cadê Xoxó 'será arte????

Luíza o 'esquilo' me me enrolou também.

Anexo aqui


Cadê Xoxó - crédito Kibe Loco

27 de janeiro de 2009

Meus amores

A saudade não tira férias...
Dancem e reinventem-se para dar conta do fluxo da vida/corpo/mundo.
com amor,
Beta

INTRODUÇÃO À PESQUISA [MODE ON]: FUNCIONANDO!

O ensaio de hoje foi pesado – daquela qualidade que se opõe ao leve. Talvez pelo fato de termos tido, pela primeira vez, uma conversa acerca das coisas todas que nos envolvem e que envolvemos: carnes, espaços, movimentos, idéias, desejos, incômodos, pedras-no-sapato, etc. Talvez pelo fato da aula ter contribuído para que isso emergisse (o tema ‘aula’ gera sempre uma boa conversa!).

Da mesma maneira todos ficam/ficaram intrigados com alguma coisa, seja com a dança, com a sua dança, com o processo em si, confesso que fiquei incomodado com as não-leituras e a impossibilidade de discussão sobre o próprio projeto. Reiterando o que comentei quase no fim de nosso papo, não ler os textos, que foram ‘mastigadamente’ dados nas mãos, significa, pra mim, não me ler, não ler o terreno onde se está pisando, não ler Gaia, não ler-se nessa imagem que começa a ser desenhada em conjunto.

Aliás, o que (v)lemos do/no mundo? Essa é, talvez, uma das grandes perguntas do processo.

Estar imerso num trabalho requer relações com os nossos trabalhos individuais – o que chamo de estudo. E relacionar-se com nossos trabalhos individuais requer disponibilidades que não são evidenciadas somente no ato de comparecer ao ensaio. O ensaio é, na verdade, para o processo, o nosso ‘espetáculo de cada dia’. Um momento de convergência e mistura de nossas ações e reflexões no universo-arte e no mundo-projeto.

Talvez por isso a decisão da Roberta tenha sido, a meu ver, sábia e correta para com ela e para conosco. O tempo que a Beta mencionou não ter, não refere-se ao tempo objetivo das 3 horas de ensaio: é o tempo de relação para com seu trabalho, do qual ela precisa de férias.

Sim, isso é um trabalho. É uma pesquisa e como tal deve ser encarada. Há maneiras e maneiras de se pesquisar e estudar? Sim, há. Mas precisam, de alguma forma, ser feitas e ‘formalizadas’ no nosso ‘espetáculo de cada dia’.

Atuar e reger um espetáculo a cada ensaio não é tarefa fácil, e o suor desse trabalho é, por vezes, invisível a olho nu. Lentes, lupas, binóculos, óculos, aparatos de percepção e sensibilidade são fundamentais para que a pesquisa avance.

Felizmente, ao final de um ensaio como esse e após escrever este texto, pra mim fica mais nítida a imagem de que estamos todos começando a nos aparelhar e a sentir na carne os efeitos dessa ‘coisa toda mesma’...

Introdução à pesquisa [mode on]: funcionando!



Zap. Corta para a cozinha e um sanduíche bem gordo.



PS: Dani, temos saudade.

26 de janeiro de 2009

22 de janeiro de 2009

Até breve!

Queridos!

Não consegui me despedir de vocês! Estou indo amanhã!
Hoje aconteceu um contratempo de saúde com a minha mãe. Ela teve que ir para a emergência da Santa Casa, já está medicada e, bem, na medida do possível.
Embarco com o coração apertado!

Desejo um ótimo mês de trabalho para vocês, sempre que eu puder acessarei o nosso blog.

Beijos, muitos!
Gente,

já tinha falado com o Di sobre a possibilidade de eu não estar presente hoje.
Enfim, confirmo a minha ausência. Bom ensaio a todos, me mantenham atualizada.
Beijos,beijos...